Um projeto sempre em construção

Atualizado: 1 de Dez de 2018


Desde a concepção, nosso livro tinha o propósito de inspirar ações e atividades, tanto nas crianças quanto nos adultos que interagem com delas. Aqui no blog, damos muitas sugestões, baseadas em nossa própria experiência. Agora, que ele está no mundo, estamos colhendo os frutos, a partir dos relatos de quem está, efetivamente, utilizando nosso material, inclusive na prática profissional cotidiana. Os textos, fotos e imagens, que estamos recebendo, contribuem para enriquecer nosso trabalho e ajudam a desenhar nossos próximos passos. O projeto Como ser uma onda será sempre uma construção coletiva, isso é o mais estimulante.


Por isso, vamos publicar, sistematicamente, as invenções e experimentos de quem tiver a generosidade de compartilhá-los com todos nós.




A chegada da fisioterapeuta Tatiana Heine na equipe Como ser uma onda foi muito valiosa. Seu trabalho com crianças é pontuado pela delicadeza, criatividade e utilização de materiais inusitados. Entre rolos gigantes, camas elásticas e até slimes coloridos, ela vem produzindo ondas de movimento em seu consultório na clínica Kiné Barra, promovendo uma bela integração entre o mundo sensorial, o motor e o emocional. Observando suas propostas, fica ainda mais claro que qualquer material pode se tornar propício ao trabalho com as ondas, pois o que o torna adequado é a criatividade da criança (e do adulto), que vai transformá-lo em algo inteiramente novo. Uma bola suíça, por exemplo, pode ser confortável como um urso de pelúcia, depois servir de mola pra quem tem vontade de céu, e de plataforma de lançamento, para dar impulso rumo ao infinito...




Vamos conhecer as impressões da Tatiana Heine?


"Trabalhar o livro com as crianças têm sido muito interessante. Tenho gostado de contar a história bem devagar, explorando cada detalhe de todas as páginas. Mostro os personagens na onda, as cores, as formas, e peço para falarem o que mais chama atenção.
Logo, elas tem vontade de imitar. De fazer um movimento. De rolar e enrolar. De crescer, de subir em alguma coisa.
Depois, representam o avanço correndo, correm muito. Ah! E esticam os braços à frente. Depois, voltam a enrolar novamente.
As crianças mais velhas logo percebem as palavras coloridas, os personagens coloridos e fazem essa junção.
As crianças menores gostam de imitar os redondinhos. Ficam mais tempo enroladinhos. Todas encontram um personagem preferido.
Tem sido uma descoberta mágica mergulhar nessa onda com elas!"


Nossa equipe tem sorte de contar com a sensibilidade da Tati! E você, quer mandar seu relato pra gente?

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© Como ser uma onda // 2019 // Rio de Janeiro

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